Categoria: Gestão

  • Automação de relatórios: como parar de perder horas todo dia com planilhas e telas do SSW

    Toda transportadora que já cresceu um pouco enfrenta o mesmo gargalo: os dados existem, mas estão espalhados. Faturamento numa tela do SSW, cotações em outra, CTRCs em outra, e no fim do dia alguém — geralmente o gestor ou o financeiro — precisa abrir três ou quatro relatórios diferentes, exportar, colar em uma planilha e cruzar tudo manualmente para responder perguntas simples: quanto faturamos hoje? Quais faturas estão vencendo essa semana? Qual vendedor está performando melhor?

    Esse processo funciona, mas custa caro de um jeito que não aparece na planilha de custos: tempo do gestor, atraso na decisão e risco de erro humano em cada cópia e cola.

    O problema não é falta de dado, é falta de automação

    O SSW já registra praticamente tudo que uma transportadora precisa saber sobre sua operação. O problema é que ele foi feito para lançar e consultar informação tela por tela — não para consolidar tudo automaticamente em uma visão única, atualizada, sem esforço manual.

    Isso cria um padrão comum: alguém (geralmente com bom conhecimento do sistema) assume informalmente a função de “gerar relatório”, entrando em várias telas, exportando arquivos, montando planilhas à mão, várias vezes por semana. Funciona até que essa pessoa sai de férias, muda de função ou simplesmente não tem tempo naquele dia — e o gestor fica sem visibilidade justamente quando mais precisa dela.

    O que muda com automação de verdade

    A automação de relatórios não é só “deixar mais rápido” — é eliminar o intermediário manual entre o sistema operacional (SSW) e a decisão do gestor. Na prática, isso significa:

    Dados sempre atualizados, sem pedir para ninguém. Em vez de esperar alguém rodar o relatório, os números batem sozinhos, várias vezes ao dia, direto das telas do SSW para um painel único.

    Uma fonte única de verdade. Faturamento, cotações, CTRCs, contas a pagar e a receber deixam de viver em arquivos separados e passam a ser consultados no mesmo lugar, com os mesmos critérios de cálculo — acabando com a discrepância clássica de “o número que eu vi é diferente do que você viu”.

    Alertas no momento certo, não depois do problema. Faturas vencendo, embarques parados, CTRCs pendentes de liquidação — esse tipo de informação vale muito mais chegando automaticamente (por exemplo, via WhatsApp) do que sendo descoberta numa conferência manual dias depois.

    Tempo do gestor de volta para gestão. A hora que antes ia para exportar e cruzar planilhas passa a ir para interpretar os números e agir sobre eles — que é, no fim das contas, o trabalho que realmente importa.

    Por onde a Motiq entra nisso

    A Motiq nasceu exatamente desse problema, dentro de uma transportadora real. A plataforma se conecta ao SSW e automatiza a extração e consolidação dos dados operacionais e financeiros, entregando dashboards atualizados automaticamente ao longo do dia — sem que ninguém precise entrar em uma tela do SSW para “tirar relatório”.

    Isso cobre desde a visão financeira (contas a pagar, contas a receber, aging de faturas) até a operacional (CTRCs, embarques, torre de controle) e comercial (cotações, conversão, atribuição de vendedor) — tudo alimentado automaticamente, várias vezes por dia, com alertas automáticos para quem precisa agir.

    O resultado prático é simples de descrever: a transportadora para de perguntar “alguém pode gerar esse relatório?” e passa a simplesmente abrir o painel.

    Quer entender como isso funcionaria na operação da sua transportadora? Fale com a gente.

  • O Fim do CNPJ Só com Números: Como a Nova Regra Alfanumérica Impacta sua Empresa

    O Fim do CNPJ Só com Números: Como a Nova Regra Alfanumérica Impacta sua Empresa

    Se a sua empresa lida diariamente com cadastros, faturamento ou automação de dados, é bom começar a preparar a sua infraestrutura. A Receita Federal publicou a Instrução Normativa RFB nº 2.229, oficializando uma das maiores mudanças estruturais na identificação de empresas no Brasil: a chegada do CNPJ Alfanumérico.

    A partir de julho de 2026, os novos registros de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica deixarão de ser compostos exclusivamente por números e passarão a incluir letras, impactando diretamente a rotina de softwares em todo o país.

    Mas o que isso significa na prática? Nós do Motiq resumimos os pontos principais para você e seu time de TI não serem pegos de surpresa.

    🔢 O que muda na estrutura do documento?

    O tamanho do documento continuará o mesmo. O novo formato manterá as tradicionais 14 posições, mas agora funcionará como uma mistura de letras e números. Além disso, a fórmula matemática responsável por calcular os dois últimos números (os dígitos verificadores) será alterada para conseguir processar os caracteres alfabéticos.

    Ponto de atenção: Os CNPJs numéricos que já existem não vão mudar. A nova regra e a nova estrutura valem apenas para os registros gerados a partir da data de virada do sistema do governo.

    💡 Por que essa mudança é necessária?

    A resposta é simples: limite matemático. Com o crescimento acelerado da abertura de novas matrizes e filiais no Brasil, a combinação puramente numérica do CNPJ estava prestes a se esgotar. A inclusão das letras do alfabeto garante uma sobrevida gigantesca e amplia exponencialmente a disponibilidade de novos registros.

    💻 O Impacto Direto nos Sistemas e Automações

    É aqui que mora o verdadeiro desafio. Durante décadas, a imensa maioria dos sistemas corporativos foi programada com uma regra básica: o campo de CNPJ só aceita números.

    Seja no ERP de gestão que a sua empresa utiliza, nos scripts em Python que automatizam a extração de dados logísticos, ou até mesmo nas rotinas das planilhas financeiras de contas a pagar e receber, a forma como os dados são validados precisará ser reescrita. Se um software hoje bloqueia a digitação de uma letra no espaço do CNPJ, ele inevitavelmente vai travar quando você tentar cadastrar um novo cliente ou fornecedor a partir de 2026.

    O que sua operação precisa fazer agora?

    1. Mapeamento Interno: Identifique todos os sistemas, integrações de banco de dados, APIs e formulários web que armazenam ou validam CNPJs.
    2. Contato com Fornecedores: Certifique-se de que a empresa que fornece seu sistema de gestão (ERP) e seu emissor de notas fiscais já está trabalhando nas atualizações para aceitar o formato alfanumérico.
    3. Revisão de Automações: Se você possui robôs ou macros rodando internamente para compilar relatórios, o código deles precisará ser ajustado para ler caracteres do tipo “texto” (string) e não apenas “inteiros” (int) nesses campos.

    A mudança oficial já ocorre agora em Julho de 2026, mas, em tecnologia e processos de negócio, deixar as adequações para a última hora é sinônimo de faturamento travado.

    Fique de olho aqui no blog Motiq para mais atualizações sobre o universo da tecnologia, gestão e inovação!

    Fonte RFB: http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?idAto=141102#:~:text=IN%20RFB%20n%C2%BA%202229%2F2024&text=Altera%20a%20Instru%C3%A7%C3%A3o%20Normativa%20RFB,da%20Receita%20Federal%20do%20Brasil

  • 5 sinais de que sua transportadora ainda perde dinheiro por falta de visibilidade

    5 sinais de que sua transportadora ainda perde dinheiro por falta de visibilidade

    Na rotina acelerada do transporte rodoviário, é fácil deixar problemas financeiros passarem despercebidos — até que eles virem uma crise. Veja os 5 sinais mais comuns de que sua operação está perdendo dinheiro por falta de visibilidade em tempo real.

    1. Você não sabe quais clientes estão inadimplentes hoje

    Se descobrir um título vencido depende de alguém abrir o SSW e exportar uma planilha, você já está atrasado. Inadimplência não gerenciada é dinheiro que some silenciosamente.

    2. O faturamento do mês só fecha no dia 5 do mês seguinte

    Quanto mais tempo leva para fechar o faturamento, mais tempo você fica sem saber se o mês foi bom ou ruim. Decisões de corte de custo ou aceleração de vendas chegam tarde demais.

    3. Sua taxa de conversão de cotações é desconhecida

    Quantas cotações seu time abriu esse mês? Quantas viraram CTRC? Se você não sabe responder em 10 segundos, sua gestão comercial está no escuro.

    4. O gestor pede relatório e a equipe para tudo para montar planilha

    Cada relatório manual tem um custo invisível: horas de trabalho, erro humano e informação que já nasceu velha.

    5. Você descobriu um problema operacional pela reclamação do cliente

    MDF-e não encerrado, CTRC sem fatura, manifesto em aberto há dias — se quem avisa é o cliente, sua torre de controle não existe.


    Esses sinais têm solução. A Motiq monitora sua operação automaticamente a partir dos dados do SSW e avisa antes que pequenos problemas virem grandes prejuízos. Conheça como funciona.